Hugo Vargas Pilger
Hugo-Pilger

Líder de Naipe

 

Nasceu em 1969 na cidade de Porto Alegre-RS. Em 1985 iniciou seus estudos de violoncelo na FUNDARTE (Fundação de Artes de Montenegro-RS) com o professor Milton Bock. Em 1987 passou a estudar no Rio de Janeiro com o professor Marcio Malard. Formou-se no curso de Bacharelado em Instrumento Violoncelo na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) na classe do professor Alceu Reis. Participou de Masterclasses com importantes violoncelistas como Marcio Carneiro, Antonio Del Claro, Arturo Bonucci, Antonio Meneses e Bernard Greenhouse. Como solista já se apresentou com várias Orquestras, dentre elas: Orquestra Petrobras Sinfônica (OPES), Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas, Orquestra Filarmônica do Espírito Santo, Orquestra do Teatro da Paz (PA), Orquestra de Câmara da Cidade de Curitiba, Orquestra Ouro Preto (MG), Orquestra de Câmara do Theatro São Pedro de Porto Alegre (RS), Orquestra Sinfônica Nacional (UFF), Orquestra do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA) e Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB). Já se apresentou em diversos países como Inglaterra, Portugal, Argentina, Uruguai, Chile, Paraguai, Bolívia, México, Espanha, França, Alemanha, Hungria, Dinamarca e Noruega. É primeiro violoncelo da Orquestra Petrobras Sinfônica (OPES), integrante do Trio Porto Alegre, do Quarteto Radamés Gnattali e professor de violoncelo da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). Em 2006 fez a estreia no Brasil da importante obra para violoncelo e orquestra “Tout um Monde Lointain” do compositor francês Henri Dutilleux e em 2009 a estréia sul-americana do concerto para violoncelo e orquestra “Pro et Contra” do compositor estoniano Arvo Pärt. Das obras que lhe foram especialmente dedicadas, destacam-se: “Sonata nº 2 para Violoncelo Solo” do compositor inglês David Ashbridge, “Serenata Pro Pilger” de Maurício Carrilho e “Reflexões sobre a Ostra e o Vento” para violoncelo e orquestra de cordas de Wagner Tiso.

“Ouvi cuidadosamente sua interpretação e a descobri cheia de qualidades...”

Henri Dutilleux.