Mensagem do Diretor Artístico Isaac KarabtchevskyCaros Amigos e Assinantes, Outra obra coral importante deste ano, e inédita, é a Sinfonia n°3 de Leonard Bernstein, a Sinfonia “Kaddish”, dedicada à memória do ex-presidente dos EUA, John F. Kennedy. Já a Sinfonia n°4, de Charles Ives, se inscreve no rol das obras mais inusitadas da história da música, sendo, inclusive, regida por dois maestros. Ineditismo também é o caso do Concerto para violoncelo e orquestra de Friedrich Gulda, executado por nosso querido Antonio Meneses, que mescla elementos de jazz a uma orquestra de sopros. Dentro das efemérides do ano, Frederic Chopin (200 anos de nascimento) terá o seu Concerto para piano n°2 nas mãos do excelente Ricardo Castro, enquanto Robert Schumann (200 anos de nascimento) o seu Concerto para piano executado por Arnaldo Cohen, que volta a abrilhantar nossa temporada. Do norte-americano Samuel Barber (100 anos de nascimento) teremos o seu famoso Concerto para violino pelo virtuose norte-americano Elmar Oliveira, além de outras obras importantes também presentes. Pela primeira vez em nossa história, encomendamos uma obra a um compositor brasileiro. Nossa escolha foi o jovem e talentoso André Mehmari que fará a estréia de seu trabalho no Rio de Janeiro. Encerramos a temporada com uma nova tradição da Petrobras Sinfônica, a encenação de uma ópera inédita e contemporânea. Este ano traremos O Caso Makropulos, do compositor tcheco Leoš Janácek, a primeira audição brasileira desta intrigante história de uma mulher de quase 400 anos. Ópera dirigida pelas mãos competentes de Carla Camurati. Tenho certeza que, com esta temporada, reiteramos, junto ao público e também junto à nossa sempre fiel Mantenedora, a Petrobras, os nossos maiores atributos: a contemporaneidade e a brasilidade que, aliados à qualidade artística de nossa orquestra, fazem da Petrobras Sinfônica uma orquestra diferenciada e focada nos nossos tempos. Venham se emocionar conosco. Isaac Karabtchevsky |


